Título: A Morte No Nilo (Death on the Nile) Autor: Agatha Christie Tradutor: Newton Goldman Páginas: 237 ISBN: Edição sem ISBN Editora: Record Skoob | Goodreads | Site do Autor Resenha em vídeo:
Esse ano vou tentar participar do fórum entre pontos e vírgulas e o primeiro livro a ser discutido é Dom Quixote. Dito isto fui logo procurar
qual seria a melhor tradução do livro disponível no Brasil E cujo preço
encaixasse no bolso. Após uma pesquisa fiquei em dúvida entre a edição de bolso
da editora 34 traduzida pelo Sérgio Molina ou a edição da Penguin-Companhia traduzida pelo Ernani Ssó.
Caso, se interessem por mais tradutores eu recomendo esseartigo que discorre sobre todas as traduções (exceto a do Ernani Ssó, que não havia
sido lançada na época do artigo), utilizei também o vídeo da Tatiana Feltrin
sobre Dom Quixote (ela começa a falar das traduções a partir do minuto 14:45).
~ e começa aqui o meu papo profundo de leiga sobre tradução
~
Entre as edições com o preço mais acessível mencionadas
acima a tradução do Sérgio Molina me pareceu mais confiável. O 1º volume ficou
em 3º lugar no premio Jabuti na categoria de melhor tradução e me parece mais
fiel ao original, ela ainda possui mais notas de rodapé, então se isso é algo que te agrada leve em consideração que o Ssó decidiu reduzir as notas ao máximo. A tradução do Ssó por outro lado utiliza um vocabulário mais
atual, moderniza o texto para facilitar a leitura. Nesse caso é questão de
opinião, há quem diga que essa técnica é válida e há quem discorde dessa
“facilitada” concedida ao leitor (assistam o vídeo da Tati).
Enfim, não encontrei amostras do primeiro capitulo do livro
dessas editoras (a penguin-companhia disponibiliza uma amostra, mas ela contém
apenas o prólogo) e sei que nem todo mundo tem uma livraria perto para comparar
as traduções, por isso transcrevi para vocês as primeiras paginas da parte II
do livro (infelizmente, na livraria em que eu fui, a parte I da editora 34
estava em falta).
Vamos, direto ao ponto e começar com A música da semana de todo mundo.
"Hello from the other side! I've must've called a thousand times!!!" Perdão para as pobres pessoas do meu lado no trânsito que tiveram que me ouvir gritar isso.
Em contraposição, vamos para uma música bem antiga que eu viciei de novo:
Memórias De Um Sargento De Milícias - Manuel Antônio de Almeida
Emma - Jane Austen
O Caso Dos Exploradores de Cavernas - Lon L. Fuller
A Pirâmide Vermelha - Rick Riordan
O Trono De Fogo - Rick Riordan
A Sombra Da Serpente - Rick Riordan
Divergent - Veronica Roth
A Lei - Frédéric Bastiat
Insurgent - Veronica Roth
Allegiant - Veronica Roth
A Canção Do Súcubo - Richelle Mead
O Poder Do Súcubo - Richelle Mead
O Sonho Do Súcubo - Richelle Mead
O Calor Do Súcubo - Richelle Mead
A Sombra Do Súcubo - Richelle Mead
A Revelação Do Súcubo - Richelle Mead
Feios - Scott Westerfeld
Perfeitos - Scott Westerfeld
Especiais - Scott Westerfeld
Extras - Scott Westerfeld
A Verdadeira Vida de Sebastian Knight - Vladimir Nabokov
Cidades De Papel - John Green
A Culpa É Das Estrelas - John Green
A Ilusão Da Alma - Eduardo Giannetti
1984 - George Orwell
Lenny Cyrus, O Supervírus - Joe Schreiber
O Diamante Do Tamanho Do Ritz E Outros Contos - F. Scott Fitzgerald
Interworld - Neil Gaiman, Michael Reaves
Deixe A Neve Cair - John Green, Maureen Johnson, Lauren Myracle
O Cortiço - Aluísio Azevedo
The Silkworm - Robert Galbraith
Orlando - Virginia Woolf
The Tales Of Beedle, The Bard - J. K. Rowling
Totem E Tabu - Sigmund Freud
O Oceano No Fim Do Caminho - Neil Gaiman
O Príncipe - Nicolau Maquiavel
The Silver Dream - Michael Reaves, Mallory Reaves
O Mal-estar Na Civilização - Sigmund Freud
Delírio - Lauren Oliver
Pandemônio - Lauren Oliver
Réquiem - Lauren Oliver
Delirium Stories - Lauren Oliver
A Abadia de Northanger - Jane Austen
Harry Potter And The Philosopher's Stone - J. K. Rowling
Harry Potter And The Chamber Of Secrets - J. K. Rowling
O Manifesto Do Partido Comunista - Karl Marx, Friedrich Engels
Harry Potter And The Prisoner Of Azkaban - J. K. Rowling
Harry Potter And The Goblet Of Fire - J. K. Rowling
O Rei De Amarelo - Robert W. Chambers
Vendo Vozes - Oliver Sacks
Harry Potter And The Order Of The Phoenix - J. K. Rowling
Cinco Minutos / A Viuvinha - José De Alencar
Harry Potter And The Half-blood Prince - J. K. Rowling
CONTOS/ENSAIOS LIDOS EM 2014
Dia De Folga - John Boyne
Politcs And The English Language - George Orwell
Sejamos Todos Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie
BALANÇO:
Total de Livros: 53
Releituras: 11
Lidos em Inglês: 14
Peças: 0
Poemas: 0
Coletânea de Contos: 6
Ficção: 46
Não-Ficção: 7
Fantasia:21
Clássicos: 13
Distopias:11
Contemporâneos: 3
Psicologia: 3
Policial: 1
Filosofia: 1
Adultos: 24
YA: 14
Infanto-Juvenil: 14
Livros Únicos: 24
Series Iniciadas e Finalizadas: 6
Series Já Iniciadas Que Finalizei: 1
Autores Novos: 22
Autores Já Lidos Anteriormente: 10
Autoras: 10
Autores: 22
Americanos: 15
Ingleses: 5
Brasileiros: 4
Alemães: 2
Irlandeses: 1
Austríacos: 1
Nigerianos: 1
Italianos: 1
Russos: 1
Franceses: 1
CONCLUSÃO:
Fiquei sinceramente chocada com a predominância de homens (o dobro!) nas minhas leituras, como também a de americanos. Foram 32 autores no total, sendo 15 deles americanos! Quase metade! Em 2013 foram 42 autores, apenas 10 deles americanos, 11 ingleses, e o outros foram das mais variadas localidades. No quesitos tipos e gêneros eu não não tenho expectativas ou metas para o próximo ano, pois lerei aqueles que tiver vontade, Mas no geral estou satisfeita com os resultados. Para 2015 espero ter mais diversidade nas nacionalidades dos autores e aumentar o número de autoras que eu leio.
Esse ensaio é basicamente sobre como as pessoas estão usando
a língua inglesa incorretamente, principalmente em escrita política. Tais como:
aplicação incorreta de metáforas; uso desnecessário de palavras complicadas,
estrangeiras ou científicas; etc.
E eu concordo com a maioria das ideias apresentadas.
Principalmente quando aplicadas ao discurso político. Porém quando se trata de
literatura, na minha opinião, algumas dessas regras podem ser quebradas sem
nenhum prejuízo. Como o uso de palavras menos usuais, por exemplo.
Veja bem, o bom orador é aquele que consegue se fazer
entender por todos, correto? O problema é que o objetivo da literatura não é
apenas passar informação. Por isso eu não vejo problema se o autor preferir
tornar o texto um pouco mais complicado de ser lido para deixá-lo, em sua
opinião, mais bonito.
No geral, é uma leitura recomendada. Um ótimo ensaio.